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Suporte

Conectores, configuração e autenticação

Matriz de endpoints, metadados, métodos de autenticação e custódia; como distinguir cadastro, teste de conexão e operação real.

Manual completo em PDF
Nesta página
  1. Alcance e critérios de compatibilidade
  2. Matriz do catálogo de conexões
  3. Interpretação dos métodos
  4. Variações que mudam a preparação
  5. Custódia e preparação segura
  6. Prova de conceito de conectividade e resultados esperados
  7. Diagnóstico e limites

Alcance e critérios de compatibilidade

Uma Connection reúne endereço, metadados, método de autenticação e custódia das credenciais. Um componente de Mapping seleciona essa conexão e define a operação sobre um recurso. O Worker executa a operação com suas capacidades e permissões efetivas. São três contratos distintos: criar uma conexão não garante que um provedor ofereça todas as formas de leitura, gravação ou recuperação.

Use esta matriz para preparar os dados do formulário Connections. Os identificadores em código ajudam a reconhecer configurações e interpretar erros. Um asterisco indica um campo obrigatório no catálogo do formulário; outros campos podem se tornar obrigatórios pela autenticação, pelo protocolo ou pela validação do provedor. As portas são valores iniciais, não orientações para abrir acesso de rede indiscriminadamente. O endpoint precisa pertencer ao ambiente autorizado da organização.

Matriz do catálogo de conexões

Conector Endpoint / porta inicial Metadados específicos Métodos declarados
PostgreSQL Host / 5432 database, schema username_password, client_certificate, aws_iam, azure_workload_identity, gcp_iam, kerberos
MySQL Host / 3306 database * username_password, client_certificate
MariaDB Host / 3306 database * username_password, client_certificate
Microsoft SQL Server Host / 1433 database *, schema username_password
Oracle Database Host / 1521 database *, schema username_password
Snowflake Account host / 443 account, database *, schema, warehouse *, role snowflake_key_pair, username_password, bearer_token
Google BigQuery HTTPS API endpoint / 443 database, schema service_account_json, oauth_client_credentials, workload_identity, attached_service_account
Databricks Workspace host / 443 httpPath *, catalog *, schema personal_access_token, oauth_client_credentials
Amazon S3 HTTPS S3 endpoint / 443 bucket *, region access_key, aws_iam
Azure Blob Storage Storage account URL / 443 container *, directoryId oauth_client_credentials, sas_token, account_key, azure_managed_identity, azure_workload_identity
Google Cloud Storage HTTPS API endpoint / 443 bucket *, project * attached_service_account, workload_identity, service_account_json
Salesforce Salesforce HTTPS URL / 443 apiVersion * oauth_client_credentials, jwt_bearer
Dynamics 365 Dataverse HTTPS URL / 443 directoryId * oauth_client_credentials, azure_managed_identity, azure_workload_identity
Odoo Odoo HTTPS URL / 443 database * api_key
REST API Base HTTPS URL / 443 — api_key, bearer_token, oauth_client_credentials, client_certificate, workload_identity, no_auth
SAP HANA HANA host / 39015 database *, schema username_password
SAP S/4HANA / ECC SAP HTTPS URL / 443 — bearer_token, basic_auth
Oracle NetSuite NetSuite account URL / 443 account * bearer_token
MongoDB MongoDB host / 27017 database *, authSource, mongoScheme * username_password
FTP / SFTP File server host / 22 protocol *, rootPath * username_password, key_pair
Teradata Teradata host / 1025 database *, schema username_password, ldap
Elasticsearch / OpenSearch Cluster HTTPS URL / 443 — api_key, basic_auth, bearer_token
Microsoft SharePoint SharePoint site URL / 443 directoryId *, siteId * oauth_client_credentials, azure_managed_identity, azure_workload_identity
ServiceNow ServiceNow instance URL / 443 — bearer_token, basic_auth
HubSpot HubSpot API URL / 443 — bearer_token

A matriz reúne as entradas declaradas pelo formulário. A oferta efetiva da instalação vem do catálogo disponível e pode ser menor. Ela não afirma que uma identidade vinculada funcione fora de sua nuvem nem que qualquer Worker tenha o driver instalado. PostgreSQL aparece na interface; o registro genérico de conectores não é o único mecanismo de integração com PostgreSQL.

Interpretação dos métodos

Identificador Informações preparadas pelo administrador
username_password, basic_auth, ldap Usuário e senha protegida; o usuário permanece como metadado.
client_certificate Pacote de certificado e chave privada, com frase-senha quando aplicável.
kerberos Principal de serviço e ambiente Kerberos disponível na execução.
aws_iam Identidade IAM do runtime; bancos de dados solicitam usuário ou função. S3 usa a identidade vinculada ao Worker.
azure_managed_identity, azure_workload_identity Identidade de aplicativo ou gerenciada e permissões no recurso de destino.
gcp_iam Principal IAM para autenticação no banco de dados.
snowflake_key_pair Usuário Snowflake e chave privada protegida; o formulário recomenda PKCS#8 criptografada.
oauth_client_credentials Client ID, segredo e audiência ou scope quando exigidos pela integração.
workload_identity Identidade federada ou função e audiência OIDC.
attached_service_account Conta de serviço vinculada ao ambiente de execução.
service_account_json Documento de conta de serviço sob custódia protegida.
access_key ID de acesso como metadado e chave secreta sob custódia.
sas_token, account_key SAS limitado ao recurso ou chave da conta de armazenamento Azure.
api_key Nome do cabeçalho ou parâmetro e valor secreto. Odoo não solicita esse nome: a chave identifica o usuário.
bearer_token, personal_access_token Token com permissões e validade adequadas. Snowflake também solicita o usuário.
jwt_bearer Consumer key do Salesforce, usuário como audiência e chave de assinatura protegida.
key_pair Usuário e chave privada SSH; somente para o protocolo SFTP.
no_auth Recurso que aceita acesso sem credenciais; não concede permissões no destino.

O catálogo geral de autenticação também define oracle_wallet, oci_resource_principal, web_identity e instance_profile. Eles não são opções independentes nas entradas desta matriz; sua existência não permite selecioná-los para qualquer conector. Para Amazon S3, aws_iam contempla a identidade já vinculada ao runtime.

Variações que mudam a preparação

Em BigQuery, Database significa Project ID e Schema significa Dataset. Em Oracle, Database aparece como Service name. Databricks exige HTTP path e Catalog. Snowflake solicita Database e Warehouse; Role e Schema completam o contexto. Nome de banco, caminho HTTP e identificador de projeto têm significados diferentes, mesmo sendo textos.

Salesforce parte da API version v65.0; exige a URL My Domain e a configuração correspondente de aplicativo e integração. Dynamics 365 solicita Directory (tenant) ID e deriva o scope do ambiente. Odoo identifica explicitamente sua API JSON-2 da versão 19 ou posterior. SharePoint acrescenta Site ID ou caminho relativo do site. Essas diferenças pertencem ao contrato do conector, não a uma opção genérica de SQL.

A entrada FTP / SFTP permite selecionar o protocolo. SFTP inicia na porta 22; FTP e FTPS, na 21. A chave SSH só fica disponível para SFTP. A opção TLS é ajustada conforme o protocolo: FTP não equivale a uma conexão criptografada. Mantenha a política de transporte exigida pela organização.

Custódia e preparação segura

Dova Worker Agent mantém o segredo no ambiente do cliente. Customer vault armazena uma referência ao segredo em um cofre externo. Passwordless usa uma identidade de execução sem armazenar um segredo reutilizável. Dova Vault é uma modalidade de exceção com entrada criptografada que não volta a mostrar o valor. Managed reference identifica referências gerenciadas existentes.

Os provedores de referências reconhecidos pelo formulário incluem AWS Secrets Manager, Azure Key Vault, Google Secret Manager, HashiCorp Vault, CyberArk Conjur e Kubernetes Secret. Cada um valida seu próprio formato de referência. Uma URI válida não comprova que o Worker consiga resolvê-la: confira identidade, rede e autorização do cofre. Nunca substitua uma referência pelo valor do segredo em nomes, descrições ou arquivos de evidência.

O seletor de autenticação depende da custódia. Passwordless filtra os métodos sem segredo; a modalidade protegida oferece os métodos correspondentes. Se uma combinação não tiver métodos válidos, ajuste a custódia ou o conector conforme o projeto, sem forçar valores ocultos do formulário.

Prova de conceito de conectividade e resultados esperados

Prepare um recurso isolado com dois registros sintéticos e uma identidade limitada à leitura. Crie a conexão no tenant de testes, preencha endpoint e metadados, selecione a custódia e salve. Execute a verificação de conexão pela interface. Registre conector, Worker, horário e resultado, sem material secreto. Depois selecione a Connection no componente de origem correspondente e leia somente o recurso de teste.

O resultado esperado tem dois níveis: a verificação confirma as condições que o conector testa; a leitura confirma o acesso ao objeto e a projeção dos dois registros. Uma conexão aprovada não comprova uma gravação aprovada. Para avaliar um destino, use outro recurso descartável, teste o modo escolhido e compare chaves, quantidade e conteúdo. Esta sequência é uma prática reproduzível, não um resultado de conectividade já obtido no seu ambiente.

Diagnóstico e limites

Em uma rejeição de autenticação, confira método, identidade, validade e permissões. Para um objeto inexistente, confirme catálogo, banco, esquema ou caminho. Em um timeout, revise primeiro o Worker e seu acesso de rede. Se faltar um modo de gravação, consulte as capacidades efetivas do conector: o componente genérico não garante todos os modos de cada provedor. Um timeout não comprova credenciais incorretas; não copie respostas que possam conter dados da origem.

Continue com componentes de Mapping, transformações e permissões por ação.